PL-Piauí confirma chapas para deputados, Senado e Governo em 2026

O presidente estadual do PL no Piauí, empresário Tiago Junqueira, confirmou que a sigla trabalha para estruturar chapas competitivas para a Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi) e para a Câmara dos Deputados nas eleições de 2026. Em entrevista ao O Dia, ele afirmou que o partido do ex-presidente Jair Bolsonaro tem avançado no planejamento e já definiu nomes para as disputas majoritárias.
Segundo Junqueira, o PL está “construindo com calma e equilíbrio” sua nominata para deputado estadual e federal.
“Estamos avançando, estamos construindo com muita calma, muito equilíbrio, tanto para estadual como para federal. Além disso, temos já as duas pré-candidaturas confirmadas, de Tiago Junqueira para senador e Toni Rodrigues para governador”, destacou.
Questionado sobre a possibilidade de união das siglas de oposição ao governo Rafael Fonteles (PT), Junqueira afirmou que, neste momento, o mais provável é que cada partido mantenha sua própria estratégia. No entanto, não descartou alianças futuras.
“Acho que nesse momento é importante que cada partido faça a sua caminhada. O PL está fazendo a sua própria caminhada, Progressistas, União Brasil, tem outros partidos também de centro-direita. E lá na frente as pesquisas vão dizer. Nosso objetivo é levar uma alternativa para o público do Piauí decidir se querem continuar com esse modelo de gestão que aqui domina o Piauí desde 2002, com a esquerda, ou se querem transformação e se querem mudança e renovação. E essa renovação vai estar à disposição do povo no PL”, afirmou.
O presidente do PL também comentou as reclamações do vereador de Teresina, Luís André (PL), que afirmou estar sendo pouco valorizado pela sigla.
“Não. Ele está convidado para estar nos eventos conosco, é muito bem-vindo. Todas as lideranças do Piauí, por sinal, são muito bem-vindas, inclusive aquelas que estão descontentes, se forem dissidentes do PT, estamos abertos a conversar. A gente quer o bem do Piauí. A gente quer um movimento patriota, de libertação, de desenvolvimento, de atração de emprego, de diminuição de impostos. É um modelo diferente de gestão. A gente quer o bem do Piauí”, disse.
