PF diz que ex-presidente do INSS recebia R$ 250 mil mensais em propina
As investigações da Polícia Federal indicam que o ex-presidente do INSS Alessandro Stefanutto recebia até R$ 250 mil por mês em propinas pagas por uma organização criminosa responsável por fraudar descontos em folha de aposentados e pensionistas. Os repasses, segundo a PF, eram feitos por meio da Conafer, entidade que mantinha convênios capazes de operacionalizar os débitos irregulares.
- Alessandro Stefanutto, ex-presidente do INSS;
- Antônio Carlos Antunes Camilo, o “Careca do INSS”, apontado como figura central do esquema;
- André Paulo Felix Fidelis, ex-diretor de Benefícios e Relacionamento com o Cidadão;
- Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho, ex-procurador-geral do INSS;
- Thaisa Hoffmann, empresária e esposa de Virgílio;
- Vinícius Ramos da Cruz, presidente do Instituto Terra e Trabalho (ITT);
- Tiago Abraão Ferreira Lopes, diretor da Conafer e irmão do presidente da entidade;
- Cícero Marcelino de Souza Santos, empresário ligado à Conafer;
- Samuel Chrisostomo do Bonfim Júnior, também ligado à Conafer.
A operação segue em andamento, com novos desdobramentos previstos a partir da análise de materiais apreendidos e de dados financeiros obtidos durante a investigação.
