O percentual de famílias com dívidas no Brasil voltou a crescer e atingiu o maior nível da série histórica em março de 2026, segundo dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O índice chegou a 80,4%, acima dos 80,2% registrados em fevereiro.
O resultado ocorre após o início do ciclo de redução da taxa básica de juros pelo Banco Central, iniciado em março. Ainda assim, os efeitos da mudança na política monetária não foram sentidos no consumo.
“A elevada taxa Selic é, há meses, um desafio para quem empreende e para quem consome”, afirma o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros.