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Veja quais são as 10 cidades do Piauí com a melhor e pior qualidade de vida

Foi divulgado nesta quarta-feira (20) o Índice de Progresso Social (IPS), que avaliou a qualidade de vida nos 5.570 municípios brasileiros com base em 57 indicadores sociais e ambientais. No Piauí, a cidade com a melhor qualidade de vida é Olho D’Água. O município, que fica a 100 Km de Teresina, tem 2.730 habitantes um IPS de 66,06, alcançando a posição 1.019 entre todas as cidades do país.

Em contrapartida, a cidade de Morro Cabeça do Tempo, a 807 Km da capital, apresenta a pior qualidade de vida do Piauí. Com um IPS de 50,27, o município, que tem 4.456 habitantes, está em último lugar no ranking da qualidade de vida do Estado.

O Portalodia.com reuniu as informações constantes no Índice de Progresso Social e traz as dez cidades com as melhores e as piores qualidades de vida do Piauí. Confira abaixo.

As dez cidades do Piauí com a melhor qualidade de vida

1- Olho D’Água do Piauí

  • IPS: 60,06 /1 00
  • Posição nacional: 563 / 5.570
  • PIB per capita: R$ 14.046,15
  • População: 2.730 habitantes
  • Pontos fortes: necessidades humanas básicas, oportunidades, água e saneamento, acesso à informação, liberdade individuais de escolas, segurança pessoal, qualidade do meio ambiente, acesso à educação superior,

2- Teresina

  • IPS: 66,02 / 100
  • Posição nacional: 573 / 5.570
  • PIB per capita: R$ 32.515,54
  • População: 905.692 habitantes
  • Pontos fortes: fundamentos do bem-estar, oportunidades, água e saneamento, acesso à informação e acesso ao ensino superior.

3- Picos

  • IPS: 65,01 / 100
  • Posição nacional: 873 / 5.570
  • PIB per capita: R$ 28.335,11
  • População: 86.701 habitantes
  • Pontos fortes: oportunidades, acesso à informação e comunicação, acesso à educação superior.

4- Sussuapara

  • IPS: 64,39 / 100
  • PIB per capita: R$ 13.440,43
  • Posição nacional: 1.639/5570
  • População: 6.346 habitantes
  • Pontos fortes: oportunidades, necessidades humanas básicas, água e saneamento, inclusão social, moradia, segurança pessoal, qualidade do meio ambiente.

5- São Félix do Piauí

  • IPS: 64,19 / 100
  • PIB per capita: R$ 13.207,02
  • Posição nacional: 1.147/5570
  • População: 2.879 habitantes
  • Pontos fortes: necessidades humanas básicas, oportunidades, água e saneamento, liberdades individuais e de escolha, inclusão social, segurança pessoal, acesso à educação superior.

6- Juazeiro do Piauí

  • IPS: 63,50 / 100
  • PIB per capita: R$ 12.689,34
  • Posição nacional: 1.445/5570
  • População: 5.308 habitantes
  • Pontos fortes: oportunidades, saúde e bem-estar, inclusão social, segurança pessoal e acesso à educação superior.

7- Elesbão Veloso

  • IPS: 63,18 / 100
  • PIB per capita: R$ 15.198,50
  • Posição nacional: 1.570/5570
  • População: 13.743 habitantes
  • Pontos fortes: necessidades humanas básicas, oportunidades, água e saneamento, inclusão social, segurança pessoal

8- Tanque do Piauí

  • IPS: 63,05 / 100
  • Posição nacional: 1.639/5570
  • PIB per capita: R$ 18.988,79
  • População: 2.319
  • Pontos fortes: necessidades humanas básicas, oportunidades, água e saneamento, inclusão social, segurança pessoal e acesso à educação superior.

9- Dom Expedito Lopes

  • IPS: 63,05 / 100
  • Posição nacional: 1.640/5570
  • PIB per capita: R$ 14.659,75
  • População: 6.410 habitantes
  • Pontos fortes: necessidades humanas básicas, inclusão social.

10- Francisco Santos

  • IPS: 62,98 / 100
  • Posição nacional: 1.671/5570
  • PIB per capita: R$ 13.359,80
  • População: 8.349 habitantes
  • Pontos fortes: oportunidades, inclusão social, segurança pessoal.

As dez cidades do Piauí com a pior qualidade de vida

Morro Cabeça do Tempo

  • IPS: 50,27 / 100

Palmeira do Piauí

  • IPS: 51,31 / 100

Santa Filomena

  • IPS: 52,04 / 100

Miguel Alves

  • IPS: 62,51 / 100

Parnaguá

  • IPS: 52,52 / 100

Nazária

  • IPS: 52,83 / 100

Cajueiro da Praia

  • IPS: 52,93 / 100

Júlio Borges

  • IPS: 53,06 / 100

Várzea Branca

  • IPS: 53,09 / 100

Barreiras do Piauí

  • IPS: 53,35 / 100

O Índice de Progresso Social é definido no estudo como a capacidade da sociedade em satisfazer as necessidades humanas básicas, estabelecer as estruturas que garantam qualidade de vida aos cidadãos e dar oportunidades para que todos os indivíduos possam atingir seu potencial máximo.

O IPS é formulado com base em quatro princípios: indicadores exclusivamente sociais e ambientais, foco nos resultados, orientador para políticas públicas e investimentos sociais privados e a relevância. O índice também é constituído por três dimensões: necessidades humanas básicas, fundamentos do bem-estar e oportunidades.

A primeira avalia se um município, estado ou país tem condições de prover as necessidades essenciais de sua população, a segunda mede se a população possui acesso à educação básica de qualidade e à comunicação e se tem condições de viver com saúde, e a terceira dimensão avalia se a sociedade consegue viver de forma ambientalmente sustentável.

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